Só você conhece o caminho certo?

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Há alguns meses, uma pessoa me disse que ela estava subindo na vida, comparando-se a  pessoas que estavam ficando para trás em um nicho parecido com o dela, em um tom de ironia.

Isso me incomodou e me deixou muito pensativa sobre a forma como as pessoas se relacionam e enxergam umas às outras. Será mesmo que, pelo fato de você estar indo rumo ao seu objetivo rapidamente, o esforço e trabalho de outras pessoas têm menos valor e mérito? O seu tempo “correto e corrido” pode ser o mais adequado para o seu perfil e para o seu estilo de vida, mas a sua realidade e forma de pensar e agir não são as mesmas para todo mundo. Imagine o quanto seria chato se todo mundo funcionasse da mesma forma! Aquela pessoa que você considera inferior a você por ter outro ritmo de trabalho e de vida, pode até mesmo ser uma pessoa realizada e feliz! Talvez ela realize seus projetos de uma forma bem planificada, dedique um tempo da semana para cada área da vida dela e, justamente esse equilíbrio, deixe-a mais apta a realizar grandes objetivos.

Não somos piores ou melhores do que os outros de acordo com a forma como traçamos nossos caminhos. E se alguém está ficando para trás por outros motivos (dificuldades, falta de conhecimento etc.), enquanto você já está lá na frente, que tal estender a mão e fazer da sua vida uma vida mais plena e com mais sentido?

caminho certo o eu melhor Por uma vida com mais sentido e equilíbrio (1).png

 

De quem é a culpa?

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O que você tem feito aparentemente por causa dos outros?

Sabe aquela história de “eu tento ser simpático, mas os outros não ajudam”? Em certas situações falamos isso apenas porque achamos engraçado.  Porém, analisando bem, esta frase denota uma falta de autorresponsabilidade: você deseja ser simpático, mas não é! Não porque você não faz o esforço, um trabalho interno para sê-lo, mas por causa do comportamento de outra pessoa. Entre o seu comportamento e o comportamento do outro, sobre qual você tem controle? (Considerando que você não apresente nenhuma patologia, o que precisaria da intervenção de um psicólogo).

Outro exemplo bem comum: você diz que não vai mais beber, mas no final de semana você sai com seus amigos e bebe. Então você chega à conclusão de que bebe por causa dos amigos. Será que é isso?

A capacidade de decisão sobre os seus atos é apenas sua!

É bem mais fácil dizermos que o problema não está em nós, mas se continuamos nessa lógica, dizendo que a culpa é do outro, assumimos que é ele quem está no controle de nossas vidas e decisões. Desta forma, como conquistaremos nossos objetivos?

A solução é ter clareza e foco em seus objetivos. Talvez o seu quartinho lotado tenha exatamente isso: desculpas e autosabotagem*!

Pronto para verificar o que você tem deixado de fazer e para quem você tem dado as rédeas da sua vida dizendo que “a culpa é do fulano”?

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*Falarei sobre esse assunto em outro artigo.