5 dicas para começar a destralhar sua casa e sua mente

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No artigo Crie espaço para o novo!, convidei os meus leitores a esvaziarem seus “quartinhos”, a fim de começarem o ano de forma mais leve e equilibrada. Hoje, darei continuidade a esse assunto, porém não se trata de uma nova proposta de reflexão: este artigo é um minidesafio para você começar a destralhar sua casa e sua vida.

Normalmente, quando olhamos aquele cantinho entulhado, seja seu cantinho físico ou sua mente que está ocupada demais com diversos problemas e pensamentos desordenados, parece ser tão complicado e demorado para destralhar e organizar que acabamos deixando do jeito que está e procrastinando. Você não precisa resolver tudo de uma vez só, mas precisa dar um primeiro passo. Pronto para encarar um desafio simples, que vai te ajudar a dar esse primeiro passo?

1.Canetas

Separe o que você realmente usa e guarde em um porta-lápis, pois se deixar em uma gaveta, vai acabar não usando ou esquecer que tem e comprar ainda mais. As que você não usa, você pode colocar em uma caixinha com um post-it  escrito “sirva-se” em algum lugar.

Confesso que esse é um “grande problema” para mim: adoro artigos de papelaria! Já faz quase um ano que não compro canetas nem masking tape, vou esperar acabar para comprar artigos novos. Hoje em dia, conservo apenas o que eu uso, mesmo tendo noção de que ainda tenho muitas canetas. Uso-as no meu Bullet Journal e também nas minhas anotações de aulas. Quando destralho, deixo a caixinha em uma beira de janela da universidade ou no balcão da entrada da biblioteca municipal.

2. Roupas de cama

Conserte ou recicle, se possível, o que estiver rasgado. Senão, jogue fora. Se tiver alguma roupa de cama que você nunca usa, doe.  Você não precisa de 10 jogos de lençóis !

3. Canecas

Para mim, destralhar e organizar a cozinha é algo que toma muito tempo. Começar pelas canecas é um passo simples e algo que pode ser feito rapidamente. Você precisa mesmo de todas as canecas que tem? De quantas você realmente precisa? Separe a quantidade da qual você precisa e guarde. Se houver alguma quebrada e você não for um adepto de kintsugi, jogue fora. As que estão em perfeito estado, leve-as para o trabalho, principalmente se no seu trabalho as pessoas ainda tenham o hábito de usar copinhos de plástico. Você destralha e ainda dá um empurrãozinho na consciência ambiental dos colegas.

4. E-mails

Desinscreva-se de Newsletters promocionais. Elas não apenas lotam suas caixas de e-mails mas também te levam a consumir mais! Você não precisa passar um tempão na frente do computador, cancelando o recebimento destes e-mails um a um em um único dia. A cada nova newsletter recebida, desinscreva-se.

5. Comentários sem interesse

Sim, você pode estar perdendo tempo e sanidade mental com comentários sem interesse ou até mesmo maldosos, seja você o produtor ou receptor deles! E o pior, provavelmente o que foi dito ou ouvido pode ocupar sua mente por horas. Destralhe sua mente!

Viu algo que não gostou, mas não prejudica ninguém? Abstenha-se de comentar! O colega maldizente começou a te contar algo? Diga que não quer ouvir aquilo, que você não está preocupado em ouvir sobre a vida dos outros. Claro que se ele estiver contando uma situação que implica alguém que o está ferindo, seja empático e escute. O problema aqui é a maldade e a fofoca!

Pronto para começar?

Poste suas fotos do desafio no instagram e use a hashtag #oeumelhor !

 

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Só você conhece o caminho certo?

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Há alguns meses, uma pessoa me disse que ela estava subindo na vida, comparando-se a  pessoas que estavam ficando para trás em um nicho parecido com o dela, em um tom de ironia.

Isso me incomodou e me deixou muito pensativa sobre a forma como as pessoas se relacionam e enxergam umas às outras. Será mesmo que, pelo fato de você estar indo rumo ao seu objetivo rapidamente, o esforço e trabalho de outras pessoas têm menos valor e mérito? O seu tempo “correto e corrido” pode ser o mais adequado para o seu perfil e para o seu estilo de vida, mas a sua realidade e forma de pensar e agir não são as mesmas para todo mundo. Imagine o quanto seria chato se todo mundo funcionasse da mesma forma! Aquela pessoa que você considera inferior a você por ter outro ritmo de trabalho e de vida, pode até mesmo ser uma pessoa realizada e feliz! Talvez ela realize seus projetos de uma forma bem planificada, dedique um tempo da semana para cada área da vida dela e, justamente esse equilíbrio, deixe-a mais apta a realizar grandes objetivos.

Não somos piores ou melhores do que os outros de acordo com a forma como traçamos nossos caminhos. E se alguém está ficando para trás por outros motivos (dificuldades, falta de conhecimento etc.), enquanto você já está lá na frente, que tal estender a mão e fazer da sua vida uma vida mais plena e com mais sentido?

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Quando ser feliz?

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O que você precisa fazer, ter ou conquistar na sua vida para ser feliz?

Você já parou para pensar se você realmente precisa atingir esse objetivo para, finalmente, ser feliz?

Pensar no fato de que você vai ser feliz apenas quando comprar aquele carro, fazer aquela viagem, encontrar seu par perfeito etc., é o mesmo que dizer que, caso você não conquiste a “tal coisa tão desejada”, você nunca vai ser feliz e, o que no meu ponto de vista é ainda mais grave, você não consegue ser feliz no momento presente.

Quem nunca ouviu alguém dizendo: “quando eu ganhar na loteria, eu vou mudar de vida, vou abrir o meu negócio, vou construir a casa dos meus sonhos…”? E a mesma pessoa que fala isso, apenas espera! Ela não define esses desejos como metas a serem atingidas, e esses desejos ficam apenas como coisas a serem conquistadas se a pessoa tiver a sorte (e haja sorte!) de ganhar na loteria.

Mesmo em situações em que as metas já estão definidas, em que o plano de ação já existe, o anseio por uma vida futura imaginada como uma vida perfeita depois de alcançá-las pode fazer com que você não veja a felicidade no seu caminho.

E como diz o Coach e escritor Paulo Vieira, “felicidade gera sucesso”!

“Felicidade gera sucesso” !

Pronto para continuar o seu caminho e encontrar felicidade nele a cada instante?

 

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De quem é a culpa?

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O que você tem feito aparentemente por causa dos outros?

Sabe aquela história de “eu tento ser simpático, mas os outros não ajudam”? Em certas situações falamos isso apenas porque achamos engraçado.  Porém, analisando bem, esta frase denota uma falta de autorresponsabilidade: você deseja ser simpático, mas não é! Não porque você não faz o esforço, um trabalho interno para sê-lo, mas por causa do comportamento de outra pessoa. Entre o seu comportamento e o comportamento do outro, sobre qual você tem controle? (Considerando que você não apresente nenhuma patologia, o que precisaria da intervenção de um psicólogo).

Outro exemplo bem comum: você diz que não vai mais beber, mas no final de semana você sai com seus amigos e bebe. Então você chega à conclusão de que bebe por causa dos amigos. Será que é isso?

A capacidade de decisão sobre os seus atos é apenas sua!

É bem mais fácil dizermos que o problema não está em nós, mas se continuamos nessa lógica, dizendo que a culpa é do outro, assumimos que é ele quem está no controle de nossas vidas e decisões. Desta forma, como conquistaremos nossos objetivos?

A solução é ter clareza e foco em seus objetivos. Talvez o seu quartinho lotado tenha exatamente isso: desculpas e autosabotagem*!

Pronto para verificar o que você tem deixado de fazer e para quem você tem dado as rédeas da sua vida dizendo que “a culpa é do fulano”?

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*Falarei sobre esse assunto em outro artigo.

 

Você é congruente?

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Congruente: “1.Que está em adequação com algo ou com a forma a que se destina; adequado. 2.Que está em harmonia com as demais partes de um todo; coerente.”

Você é congruente entre o que você pensa, diz e faz? Esta questão parece ser tão evidente que, talvez, se você não parar para refletirvai dizer que é óbvio que a gente é o que pensa, diz e faz.

Agora, olhe bem para sua vida – de preferência, para o momento presente. O que você considera importante na sua vida, mas não dedica tempo e/ou espaço para fazer? Quantas vezes você disse ou pensou algo positivo sobre algo ou alguém, mas foi contraditório logo em seguida?

Para mim, a yoga é algo muito importante: ter começado a praticar yoga em 2015 foi algo muito transformador. Aprendi a calar a mente, a respeitar os limites do meu corpo, a meditar, a respirar corretamente. Foi, também, junto à psicoterapia que eu fazia na época, um exercício de autoconhecimento e reflexão muito intenso. Quando me mudei de cidade e, consequentemente, parei de ir às aulas, não mantive a prática, apesar de considerar a yoga algo muito importante em minha vida. Perdi a congruência entre o que  eu pensava,  falava e fazia. Aliás, o que eu não fazia até o mês passado, quando voltei a praticar sozinha.

Outro exemplo: quem nunca ouviu (ou pode ser você mesmo que já tenha falado) ” gosto muito de fulano, mas…”?. Se você gosta muito do fulano, não tem lugar para o “mas”. Cabe até um “apesar de”, porém o “mas” vai trazer algo realmente negativo e se você gostasse mesmo, não falaria mal da pessoa. Entendeu? Aliás, você só vai falar mal de alguém se você estiver em uma vibe muito ruim, sem foco e provavelmente sem metas e objetivos claros em sua vida. Reflita sobre isso.

Se você listar as 5 coisas mais importantes para sua vida agora, organizá-las na ordem de importância e, em seguida, classificar, de 1 a 5, com relação à atenção que você tem dado a cada uma delas, você realmente age com coerência na sua vida?

Você vai continuar dizendo que faz ou vai começar a fazer o que diz?

 

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Nada acontece nesse lugar !

sair da zona de conforto

No artigo Viver de sonhos ou viver seus sonhos?, publicado há duas semanas, tem um miniplanner que eu elaborei para te ajudar a definir realmente suas metas, com dicas na segunda página do arquivo.

Desde então, tenho recebido alguns comentários sobre a dificuldade que as pessoas têm para delimitar e priorizar suas verdadeiras metas, aquelas que trazem sentido em suas vidas e que, certamente, se conseguissem priorizá-las, elas ocasionariam diversas mudanças positivas.

O último artigo tratou justamente deste assunto: priorizar metas a fim de reestabelecer um equilíbrio em sua vida. Compartilhei, então, um vídeo do canal  IlustradaMente sobre a Tríade do tempo: um conceito baseado em três esferas que classificam a forma como usamos o nosso tempo. As esferas englobam as tarefas importantes, as urgentes e as circunstanciais. Caso você não tenha assistido, volte no artigo anterior e assista. Vale a pena !

Depois de assistir a este vídeo e estar familiarizado com esse conceito, pare para refletir a qual esfera você tem dedicado a maior parte do seu tempo?

Meu amigo Bruno Andrade, mestre em Divulgação Científica e Cultural, fez uma reflexão sobre o fato de que as pessoas querem realizar seus sonhos e ao mesmo tempo não querem enfrentar o árduo caminho necessário para isso. Isso vai ao encontro da esfera circunstancial: dedicamos boa parte do nosso tempo a coisas e pessoas que não agregam nada em nossa vida, que não têm nenhuma correlação com o que é realmente importante para nós. Por que então fazemos isso? Porque criamos esses hábitos que, normalmente, se tornaram uma zona de conforto. Talvez seja porque você não ousa dizer não às pessoas, deixando as suas próprias tarefas e prioridades em segundo plano. Ou, então, porque você criou o hábito de verificar a cada cinco minutos a sua rede social. A zona de conforto pode englobar aquela pessoa que vem falar mal de outras e que você para para escutar; pode ser aquele relacionamento que não te faz feliz, mas que você  mantém mesmo assim, porque está acostumado àquela rotina. Você sabe o que acontece na zona de conforto? Nada! Simplesmente, nada! Como você vai progredir repetindo sempre o mesmo esquema?

Quantas vezes você já disse a si mesmo que deveria estar fazendo algo produtivo durante ou após uma atividade que não te leva a lugar nenhum? Por exemplo, aquela série imperdível na Netflix. Você pensa: “eu tenho que estudar”, “eu preciso ler mais sobre assuntos relacionados ao meu trabalho”, “preciso dedicar mais tempo para visitar  meus amigos”, etc. Mas… chega do trabalho ou da faculdade e faz o quê? E quando se dá conta, o “só mais um episódio” durou até a hora de ir dormir – que com certeza também não era a hora em que você gostaria de ter ido para a cama. E que fique claro: está proibido assistir sua série? Jogar conversa fora? Continuar comendo aquele docinho sendo que você quer emagrecer? Nãããooo!!!  Desde que você tenha planejamento e disciplina!

Não é fácil, eu sei! Mudar seus hábitos com relação a algo que parece ser confortável demanda um trabalho contínuo a fim de transformar os novos hábitos em ações naturais no cotidiano.

Seja sincero: o que você precisa eliminar da sua vida hoje para dar o primeiro passo para sair da sua zona de conforto?

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Crie espaço para o novo !

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Que tal aproveitar esses últimos dias do ano para criar novos espaços em sua vida?

Esse pode ser o primeiro passo para você começar a agir em direção às suas metas de 2019, pois, para começar algo novo, precisamos, na maioria das vezes, descartar o que já se desgastou, está quebrado ou que não faz mais sentido para nós. Há também aquelas tarefas que procrastinamos e ocupam nossos pensamentos : um “tenho que fazer tal coisa” que se repete nos momentos em que você não pode se dedicar a essa tarefa.

Leo Babauta, autor do livro Zen habits, escreve sobre o fato de desejarmos realizar muitas coisas ao mesmo tempo: situação que ele compara a um pequeno cômodo lotado de objetos, e dentro do qual não sabemos a que dedicar a nossa atenção por não haver real espaço para nada. Imagine que, neste pequeno espaço, você decida criar seu escritório e coloque, então, sua escrivaninha mas você quer que ele seja, também, uma salinha para assistir televisão, seu espaço de meditação e um lugar em que você possa estocar objetos para os quais você não tem espaço no armário. Você vai acabar trabalhando e estudando em outro lugar e não nesse espaço reservado para ser um escritório! Mas, se você tivesse realmente colocado apenas a escrivaninha, isso teria facilitado a dedicação de tempo à escrita, ao estudo ou trabalho.

O que tem no seu “quartinho lotado”?

O nosso quartinho lotado não precisa ser literalmente um espaço físico. Pense nesse quartinho como sendo sua mente: às vezes, o que nos bloqueia são os velhos hábitos que acreditamos que não podem ser mudados; pode ser aquela pessoa que te desencoraja a se tornar uma pessoa melhor e mais feliz. Pode ser também algo muito simples e concreto como arrumar o armário, separando o que você vai doar; o que precisa ser consertado, o que tem que ir para o lixo ou reciclagem. Mas, há dias ou meses, você se repete “tenho que fazer isso”, “não gosto deste objeto”, ” não preciso disso” etc.

O que você pode fazer, mudar ou deletar da sua vida hoje para criar novos espaços para um 2019 mais leve, com mais sentido e equilíbrio? Veja isso como uma meta a ser atingida, planeje e seja específiico com relação ao que precisa ser feito.

Pronto para esvaziar o “quartinho”?

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